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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Livro do mês #5 - Crianças felizes

O regresso à rotina trouxe com ele a necessidade de saber mais sobre parentalidade positiva e formas/estratégias de conseguir que se viva um ambiente calmo, harmonioso e feliz cá em casa.


Acabei de o ler este fim de semana e foi o consolidar de conhecimentos sobre isto de adoptar um estilo de parentalidade e educação positivas.
Como este tipo de parentalidade não recorre a ameaças, nem berros, nem palmadas e castigos facilmente é confundida com desresponsabilização dos pais na educação dos filhos, falta de autoridade, crianças que fazem tudo o que querem e pequenos ditadores.
Percebi com a leitura do livro que cá em casa se andava muito no registo de "uma no cravo outra na ferradura" ou seja: ora somos parentalmente positivos, ora carrascos e autoritários, ora somos permissivos. Acontece que eu andava a tentar colocar a coisa da parentalidade positiva em prática sem nunca ter lido suficiente e profundamente sobre o tema e por isso falhavam algumas partes.
Sigo a Magda no seu blog e achava que os post que ela vai publicando seriam suficientes. Pois que os post são muito bons e importantes, mas precisava mesmo de mais. E o livro ajudou imenso.
Eis o que aprendi, resumidamente:
  1. A responsabilidade de educar as crianças é dos pais e os pais/adultos têm o dever de educar
  2. Pais felizes = filhos felizes (cuida de ti e sê feliz tu primeiro)
  3. A criação de um vínculo forte com as crianças é essencial
  4. Estar presente 
  5. O respeito e o amor incondicional são a chave da comunicação
  6. É importante ouvir e reconhecer as situação com olhos de ver
  7. E também perceber a mensagem foi bem passada e a criança a percebeu
  8. Elogiar de mais pode ser contraproducente
  9. Ajudar a criança a tomar consciência do seu próprio valor
  10. Segurança e auto-estima = limites bem estabelecidos
  11. Regras são regras e são para cumprir 
  12. As crianças aprendem com as consequências dos seus atos, desde que lhes seja dada essa oportunidade
  13.  É tão importante aprender a reconhecer emoções como saber ler (ou mais ainda), cabe aos pais ensinar os filhos a reconhecer as suas emoções e ajudá-los a aprender a lidar com elas
  14. As crianças aprendem pelo exemplo 
  15. Consistência é essencial
  16. O cérebro só fica totalemente desenvolvido aos 23 anos, por isso é natural que a criança não tenha maturidade emocional e intelectual para enfrentar e compreender algumas situações
  17. A mudança de atitude começa nos pais e só depende deles.
Se quiserem saber mais sobre parentalidade positiva vão mesmo ter de ler o livro que recomendo como manual a ter na mesa de cabeceira, que isto de ser pai e mãe tem muito que se lhe diga. Nas basta tê-los é nossa missão criá-los e educá-los com base em valores e princípios que os tornem adultos dignos, confiantes e cheios de amor próprio.

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