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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Ser contadora de histórias por um dia

Adoro contar histórias ao Francisco, mas normalmente o máximo de elementos na audiência é mesmo ele e às vezes o pai. Quando a Bagos d'Ouro me convidou a ler um conto para um grupo de quarenta crianças e respetivos pais, aceitei, mas depois quando pensei na responsabilidade que era, fiquei uma pilha de nervos. Li e reli o conto, treinei as entoações, os gestos e no sábado lá fui eu.
O evento consistia na leitura do conto e depois uma atividade que as crianças e respetivas famílias teriam de desenvolver em conjunto. O ambiente criado, o resultado do trabalho daquela tarde, a dinâmica que se gerou encheu-me o coração.
Dá-me mesmo muito gozo desenvolver projetos tão bons e cheios de sentido com a Bagos d'Ouro que é também uma das associações cuja causa abraço de alma e coração.
Se não conhecem sigam aqui e aqui que vão gostar de certeza.


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