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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Quando a vida nos troca os planos

Quando escrevi este post ainda não tínhamos ido de férias, aquelas pelas quais andei a ansear meses e que afinal de contas acabaram por não ser exatamente como esperava. Logo no primeiro dia um telefonema trocou-nos as voltas e soubemos nessa altura que o homem se teria de ausentar do país em trabalho, daí a dias.
Conseguimos ainda assim ter duas semanas ótimas em família (ficou a faltar a nossa semana a dois), com tempo para muitos mimos e brincadeiras e reforço de laços a três. Foi mesmo muito bom e sei que apesar do nó na garganta ontem na despedida no aeroporto, ele foi de coração cheio para aguentar um mês longe de nós.
Vamos sentir saudades (muitas), mas vamos ficar bem e como dizia ontem ao Francisco, na tentativa de me convencer a mim própria: “o papá vai só uns dias trabalhar e vai passar rápido rápido”.
Sei que um mês custa e que gerir tudo: a ausência do pai, do marido e do amigo, não vai ser fácil, que vão existir noites em que vou chorar em silêncio agarrada à almofada dele e que vou estranhar o espaço vazio na cama. Que durante este mês ele vai perder o primeiro dia na escola dos crescidos do filho e que isso lhe vai custar horrores, mas que apesar disso tudo vamos trocar muitas mensagens, fotos e telefonemas via skype que vão minimizar um pouco esta distância e vão fazer com que este mês passe efetivamente a correr.
Nem sempre as coisas correm como esperamos, mas temos de nos adaptar à mudança e aproveitar o que de melhor cada situação nos traz.
Nas próximas semanas por aqui irei relatando as aprendizagens e desafios desta “aventura”.


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