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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Esclarecimento

Alguns leitores ao lerem o post anterior me questionaram: então mas não estás a gostar de ser mãe? Então mas estás arrependida de ter tido o teu filho?
Não. Ter sido mãe do Francisco foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido na vida. Adoro ser mãe e amo o meu filho incondicionalmente, com um amor que me enche o coração e a alma como nunca poderia ter imaginado ser possível.
O que eu não contextualizei (e se calhar devia tê-lo feito) é o facto do post anterior vir na sequência de uma conversa em que alguém me dizia que a malta tem filhos por egoísmo apenas para ter quem cuide deles na velhice. O post anterior é apenas um desabafo a essa observação que alguém me fez numa conversa de corredor. Apenas isso.
Adoro ser mãe e voltava a sê-lo novamente se o orçamento me permitisse. Porque como referia numa resposta a um comentário no post anterior um sorriso, o ouvir dizer "mamã", um abracinho, um beijinho, compensa tudo (as noites mal dormidas, a ginástica que se faz todos os dias a todos os níveis, tudo).

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