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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Autoestima e liberdade (um desabafo)

Acredito que as pessoas podem melhorar, sempre. Eu própria acredito que todos os dias posso ser um bocadinho melhor. Sei que hoje sou claramente diferente, do que há 10 anos atrás. Analisei-me, avaliei-me, percebi onde tinha de intervir e assim o fiz. Trabalhei e trabalho para construir uma autoestima mais forte, mais sólida, para gostar de mim todos os dias, mesmo naqueles em que faço merda. Aprendi e ainda aprendo que o erro faz parte, que a perfeição não existe, que não preciso da aprovação dos outros para gostar de mim, nem depende do agrado dos outros o meu amor próprio, que o primeiro passo é aceitar-me como sou, com as virtudes e defeitos. Mas também aprendi e aprendo que às vezes é preciso dizer basta! Que tenho de libertar-me daquilo que me intoxica, daquilo que em vez de me trazer à tona, me puxa para baixo.
Custa libertar, custa dizer não, mas quando o fazemos a sensação de liberdade, de leveza é tão, mas tão grande que compensa tudo.
Acredito que o caminho para a felicidade, passa por gostar de mim todos os dias e pela libertação: dos pensamentos derrotistas, dos hábitos comodistas, dos ambientes tóxicos e para isso é preciso disciplina, rotina, força de vontade, persistência e resiliência.
Acredito (e acreditar é poder) que o futuro depende de mim e que o melhor ainda está para vir.

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