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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Dias perfeitos

Ontem diria que foi um dia perfeito.
Comecei a manhã a bater um record pessoal de distância e tempo percorrido a correr. Ganhei coragem e fiz um telefonema que andava à muito com vontade de fazer. Consegui controlar as minhas emoções, inspirar, ter calma e reagir de forma construtiva, principalmente para mim, a atitudes de outros.
Fui buscar o miúdo, fizemos o jantar (saudável), jantamos só os dois (o pai infelizmente teve a trabalhar até bastante tarde), consegui pôr o miúdo a comer brócolos de forma divertida e passamos um jantar mãe e filho M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. Durante e depois do banho, recebi carradas de mimos e pedidos de abraços e beijos do Francisco, brincámos às escondidas com a toalha, rimos e antes de dormir contei-lhe uma história sobre as coisas lindas que existem na natureza: o vento, a chuva, o sol, o arco-íris, a neve.
Ele adormeceu entre murmúrios a chamar pelo pai, pelo cão, pelos avós e cafoné da mãe e dormiu a noite toda.
Valorizar os pequenos momentos, os pequenos feitos, ver o lado positivo que existe sempre em cada coisa, viver cada momento verdadeiramente, com consciência e corpo pleno no aqui, no agora, praticar a gratidão e a atenção dá esta sensação boa de plenitude, de paz, de felicidade. Afinal não precisamos de muito para ser felizes, basta amar: a nós e aos outros.

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