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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Deixar os putos com uma babysitter

Sabia que mais dia menos dia, tinha de acontecer. No nosso caso só temos o meu irmão por perto, que tem a vida dele e não queria estar a chateá-lo mais uma vez para ficar com o puto.
Já por várias vezes, que quando não tínhamos quem ficasse com o Francisco, desmarcávamos o compromisso, ou ia apenas um de nós, para que o outro ficasse em casa. Verdade que a maioria das vezes isso aconteceu porque eu preferia desmarcar um compromisso a deixar o Francisco com uma pessoa desconhecida. Ele ainda é muito pequeno e custa deixá-lo. Se com pessoas de família custa, com desconhecidos então… E depois há tantas histórias e de alguma forma estamos abrir as portas de nossa casa a um desconhecido para cuidar do nosso filho. Alguém que não sabe como ele é, quais as manhas, etc e tal. E por tudo isso, principalmente porque me custa horrores deixar o Francisco (ainda hoje me custa deixá-lo de manhã na creche e já lá vão mais 8 meses desta rotina), adiei muito a contratação de uma babysitter.
Até que uma amiga me recomendou a Ana. Um amor de pessoa, super querida e meiga. Conseguiu conquistar a confiança do Francisco e a nossa em dois tempos e isso foi essencial para que conseguisse sair de casa tranquila. Verdade é que no sábado, conseguimos jantar nas calmas, pôr a conversa em dias com os amigos, brindar à amizade, porque sabíamos que o nosso filho estava bem entregue.
E a boa notícia disto é que temos mais alguém de confiança para nos apoiar nisto de sermos pais e pessoas.
Se houver por aí alguém com a mesma dificuldade e quiser o contacto da Ana, eu partilho!

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