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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Infelizmente estamos a chegar áquela faixa etária em que nem sempre o telefone toca para nos dar boas notícias. Começamos a ver partir com tristeza entes de pessoas que nos são queridas, pais de amigos próximos e apercebemo-nos da fragilidade da vida. De que a eternidade não existe e apesar de na nossa cabeça não caber sequer a ideia de que um dia poderão ser os nossos, a verdade é que isso irá acontecer. Mas eu não quero, nem consigo imaginar isso,
Para mim os meus pais vão estar sempre ali pertinho de mim e prontos a dar-me colo e mimo. É a eles que devo a minha vida. É a eles que agradeço quem sou, a educação que tenho e onde estou hoje. E só de imaginar que um dia poderei perdê-los, dá-me um medo e uma volta ao estômago que não consigo respirar. Nem consigo imaginar tamanha crueldade de nos tirarem as pessoas. E não consigo sequer imaginar a dor que hoje sentiu o nosso amigo. 
Puta de vida! 

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