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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Hoje tive um evento logo cedo no Porto, o que me obrigou a ir de véspera. Andei três dias a sofrer por antecipação, a planear mentalmente tudo o que tinha de deixar preparado para que o pai pudesse segurar as pontas sozinho na minha ausência. Deixei a sopa, a fruta e a roupa devidamente preparada. Ainda ajudei no banho e depois quando foi altura de deitar o miúdo deixei a tarefa ao pai e fiz-me ao caminho.

A caminho apesar de ter o coração apertado e de estar sempre a pensar como estariam os meus dois homens, sentia o cheiro do Francisco e isso acalmava-me.
Liguei umas 30 vezes ao homem para confirmar que estava tudo bem. E a meio da noite ainda acordei atarantada à procura do monitor da câmara de vigilância, mas rápido me apercebi onde estava e o que melhor que tinha a fazer era dormir.
Eram sete e vinte e já estava a enviar uma SMS a perguntar como tinham dormido.
Correu tudo bem. O pai esteve à altura do desafio e o filho portou-se lindamente, o que facilitou a tarefa ao pai. E a mãe (que é como quem diz, eu), conseguiu concentrar-se no trabalho e o evento correu muito bem.
Apesar de tudo, acho que esta noite longe dos meus homens correu muito melhor do que estava à espera: acabei por relaxar e dormir a noite quase toda, de manhã consegui abstrair-me das saudades e concentrar-me no trabalho e o resultado final foi muito bom.
E agora vou dormir, mas com a sensação de "prova superada"!

2 comentários:

  1. Tambem é importante sabermo-nos desligar. E os pais são mais competentes do que a gente julga ;)

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