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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Vocação, missão ou seja lá o que for

Penso muitas vezes no comodismo a que muitos de nós nos sujeitamos, a que eu própria me sujeito. Achamos a nossa zona de conforto e recusamo-nos a sair de lá. Talvez por medo de enfrentar aquilo que não se conhece, talvez por medo da crise, talvez por não querermos mesmo saber ou talvez porque estejamos de olhos fechados e não queiramos ver o nosso futuro.
E depois de vez em quando lemos, vemos ou acontece-nos alguma coisa que nos abre os olhinhos, que nos abana a alma e a mente para pensarmos na vida. Naquilo que podemos fazer de mais e melhor, naquilo que podemos fazer para nos sentirmos verdadeiramente realizados, naquilo que nos enche de energia, de alegria para chegarmos onde queremos, no matter what.
Sair da nossa redoma não é fácil, exige esforço, dedicação, persistência, convicção, mas continuar dentro da redoma e constantemente insatisfeitos, queixosos e deprimidos será melhor?
Afinal a maior dádiva que temos é estarmos vivos e podermos ser os autores da nossa própria história.
Podemos parar de olhar para os outros em jeito de lamentação a pensar que são um caso de sucesso apenas por sorte, que nós nunca teremos esse privilégio e começarmos a ser nós próprios a criar oportunidades, a definir objectivos a dedicarmo-nos com amor e paixão a alcançar aquilo que queremos.
Às vezes é preciso dedicar um pouco de tempo a descobrir isso mesmo: Onde queremos estar? O que queremos? Como nos gostávamos de ver daqui a 5/10 anos? Como lá chegar?
Há quem lhe chame definição de missão, visão, vocação, mas independentemente disso o que importa mesmo é respondermos às questões e agirmos ao encontro daquilo que verdadeiramente desejamos na nossa vida.

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