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domingo, 21 de outubro de 2012

Uma das coisas para as quais me tenho motivado é para manter muito bem ocupado o meu tempo neste mês e meio em que o marido vai estar fora, primeiro para não virar rato de porão e cair num síndrome depressivo de saudade e depois porque é importante manter uma vida socialmente ativa independentemente de estar acompanhada pelo esposo ou não.

No sábado, disposta a passar uma bela noite de gajas fui sair com umas amigas. Jantarinho, teatro e saída para abanar o esqueleto.

Eu era a única casada no grupo e foi giro observar a dinâmica do flirt na noite entre os solteiros, a “soltura” com que as pessoas vão ficando à medida que vão bebendo mais um copito, perceber que em tempos também eu passei por aquele estado de lançar e retribuir charme, de andar à “caça” de um marciano que quisesse caminhar comigo em terra… e dei tanta cabeçada à conta dessa “busca”, até ao dia que encontrei o “gajo” decente que me levou ao altar.

E foi no meio destes devaneios de mulher casada em plena disco, que voltei a sentir o mesmo que sentia em solteira quando saia com casalinhos: “O que é que eu estou aqui a fazeeerrrrr??"

Nessa altura deixei as meninas entregues à bicharada e vim para casa. Sim já estou a ficar velha para estas andanças, mas ainda assim adorei o serão de "gajas"!

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